William Shakespeare coloca um texto em sua peça Rei Lear (ato II, cena 4) quando a filha, beneficiada pela renuncia do pai, cosidera supérfluo o séquito que acompanha o antigo soberano, o que provoca a seguinte exclamação:

“Não agurmente com a encessidade. Os mais pobres mendigos têm ainda dentro de suas humílimas posses, algo supérfluo. Proiba-se a natureza ter mais que a natureza, e a vida de um homem se iguala a de um bicho”.

De fato, o que é supérfluo para uns pode ser essencial para outros.

O que são produtos supérfluos?
Classificado como:    

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *